
Michael Jackson: 1958-2009
25/06 por Redação
Michael Jackson morreu. Um choque para velhos e jovens do mundo todo, gente que dançava o “ABC” com o garotinho espevitado do Jackson’s Five, gente que se assustou com o vídeo de “Thriller” exibido no Fantástico, gente que achou o máximo a passagem do cantor pelo Pelourinho ou que achou péssima a negação de Michael às suas raízes negras e sua inaceitável possível pedofilia. Gente que se acostumou a ler o nome do cara em todo o canto, a ouvir suas canções na pista, no iPod do irmão ou na vitrola da tia. Não há quem passe incólume por um mito.
A fatal notícia do começo da noite dessa quinta-feira (25.06) estarreceu o mundo todo, turbinou a audiência de redes de TV e das mídias sociais. No Facebook não se fala noutra coisa; o assunto é o mais twittado do dia. Festas (tem uma na Torre, em SP, na noite de hoje), tributos, reportagens especiais (a equipe do “Fantástico” já está a mil, segundo o twitter), toda forma de homenagem será rendida ao astro, o inegável Rei do Pop - o mais triste deles.
Aqui na RG, o clima é de espanto. Um fato curiosamente estranho pegou essa redação no contrapé: a RG Vogue desse mês traz um dossiê sobre a derrocada do personagem Michael numa matéria finalizada há 3 dias atrás, assinada por Bruno Astuto e Andrew Gumbel. Nossa chamada de capa poderia ser uma epígrafe: “O sonho acabou – O triste fim do mundo encantado de Michael Jackson”.
Encantado seja.